17 de jun. de 2010

Repórter mais sexy do mundo pode ter atrapalhado a Espanha

O povo espanhol ainda não perdou o gol que Iker Cassillas levou da Suiça e quer um culpado. Bem, na verdade, eles já acharam um: Sara Carbonero, repórter mais gata do mundo e namorada do jogador. Segundo o jornal Daily Mail, os torcedores acharam que o arqueiro ficou distraído com a presença da namorada, que ficou atrás do gol da Fúria. As fotos não mentem:












Marcelo Adnet fala de sua vida e careira-parte 3

Já recebeu alguma oferta de outras emissoras? Se sim, por que preferiu continuar na MTV?
Sim, recebi. Preferi ficar pelas relações pessoais que construí e pela liberdade de expressão. Não tem preço poder falar o que você quer, o que você sente.
Hoje você apresenta também o "Comédia MTV", com Dani Calabresa, e os “Deznecessários”, que é mais voltado para o stand-up comedy. Como vocês fazem para preparar o programa?
Não é stand up comedy. O stand up e um humor de texto, o comediante sozinho sobe ao palco e fala seu texto para a platéia. O "Comédia MTV" é um humor de esquetes, de tipos, de edição, queremos um programa muito rico, diverso. O elenco mostra isso - temos um que faz personagem bem, o outro é imitador, o outro escreve bem, o outro e escrachado. Todos nos completamos, cada um tem uma especialidade. É um programa de humor, com muita diversidade.
Rola algum tipo de troca entre "15 Minutos" e "Comédia MTV"? Algum tema de um programa pode servir para o outro? Já aconteceu?
A gente tem vontade de interagir, mas eu evito. Deixo o "15 minutos" de um lado e o "Comédia" de outro, pra não misturar as coisas e fazer dois trabalhos distintos.
Como é dividir um programa e os palcos com a Dani, que agora é sua esposa?
Tranquilo. No meio da rotina agitada a gente consegue se ver e isso ajuda a manter a gente junto.
Sua participação em filmes está crescendo também, com "Polaroides Urbanas", "Apenas o Fim" e "Mulher Invisível". Tem mais planos para a telona?
Sim. Estarei em "Muita Calma Nessa Hora", de Bruno Mazzeo, a maior reunião de humoristas do cinema nacional, em "Heleno", de Zé Henrique Fonseca, que conta a historia do Heleno de Freitas, do Botafogo, na década de 40, e no novo filme de Carlos Riccelli e Bruna Lombardi, ainda sem titulo. Nos três fiz apenas poucas cenas, por causa do cronograma apertado, mas foi um prazer imenso e quero muito ver os filmes.
A revista "Época" te elegeu como um dos 100 brasileiros mais influentes de 2009. Como você se sente em relação a isso?
É ao mesmo tempo um motivo de orgulho e de responsabilidade. Mas, no fim das contas, fico muito feliz, porque considero meu humor político e, se as pessoas me ouvem, isso é bom pra eu exercer esse papel.
Voltando ao teatro, você também está em cartaz com "Comédia ao Vivo".  Qual a principal diferença entre essa peça e "Z.É."?
O “Comédia ao Vivo” é um show de stand up comedy e o “Z.E.” é um show de improvisação... Não tem nada a ver uma coisa com outra, além é claro do prazer que tenho de atuar nas duas.
E, para finalizar, como está se sentindo como colunista do jornal "O Globo"? É muito diferente dos outros trabalhos?
Nossa! Muito bem! É totalmente diferente escrever de atuar, claro. Mas o melhor é que consigo ser eu mesmo no teatro, na TV, no cinema e escrevendo sobre esportes no Globo todo sábado. Isso me faz muito feliz.

Marcelo Adnet fala de sua vida e careira-parte 2

FAMOSIDADES - Você é um artista meio "multiuso". Apresenta programa, é ator, faz stand-up comedy e agora está até escrevendo coluna em jornal. Como você faz para administrar tudo isso?
MARCELO ADNET - A única maneira de administrar isso é trabalhar com alegria. Transformar um pouco do trabalhar em diversão e, pra mim, expressar minhas idéias, fazer minhas críticas. É uma maneira de extravasar, se divertir, além de trabalhar. Assim dá pra levar o dia a dia. Mas, sinceramente, se pudesse ter um dia a mais na semana ou umas quatro horas a mais por dia, seria sensacional. Isso é que dá ser "meio" multiuso.
Você cresceu em uma família bem artística. Qual desses talentos apareceu primeiro?
O amor da minha mãe foi o primeiro talento. Ela sempre foi mãezona daquelas de agarrar e dar beijo e botar casaquinho nas costas, fazer ovinho mexido. Depois o talento musical do meu pai e depois ainda o talento intelectual do meu tio. Depois o talento incrível das pessoas com as quais convivo e com quem aprendo todos os dias.
Você começou em "Zenas Emprovisadas" em 2003, a convite do Fernando Caruso. Esperava tanto sucesso logo no seu primeiro trabalho?
Não, mas quando subi ao palco pela primeira vez senti que no teatro poderia expressar muito mais as minhas idéias do que na profissão de jornalista. E por esse calor, essa intensidade, até hoje eu, o Caruso, Rafel Queiroga e Gregório Duvivier estamos juntos com o "Z.É.", em nossa 17ª temporada, sete anos depois da estréia.
"15 Minutos", na MTV, te rendeu uma das maiores audiências da MTV e ótimas críticas em 2008. Como você chegou a esse modelo informal e pessoal no programa?
Apostando no erro. Errar é humano e portanto as imperfeições jogaram a nosso favor. Não estamos acima do telespectador, num mundo perfeito e mágico da TV. Estamos nivelados com quem assiste, acertando e errando, como na vida de todo mundo.
As imitações de celebridades, hoje uma marca registrada, foram uma iniciativa sua, da produção ou do público?
Sempre foi uma marca minha. Desde criança imitava políticos e cantores. Na primeira semana do "15 minutos" fiz imitações e,desde então, o público não parou de pedir as imitações.
A saída de Kiabbo interferiu no rumo de "15 Minutos"? Vocês continuam  amigos?
Sim, interferiu. Ele é um bom músico e construiu um personagem engraçado, mas por questões que cabem a ele e a MTV, saiu. Não nos falamos mais, mas tenho carinho por ele. Infelizmente ele citou meu nome de forma muito negativa em declarações para a imprensa e isso me deixou bastante triste.

Marcelo Adnet fala de sua vida e careira-parte 1

   Ele é uma comédia! Marcelo Adnet, um dos humoristas mais respeitados de sua geração, vem colecionando vitórias ao longo de sua carreira. Com apenas 28 anos, Adnet já foi eleito como um dos 100 brasileiros mais influentes pela “Revista Época”, tem dois programas televisivos no canal MTV, já estreou em produções cinematográficas, está à frente de uma peça e ainda por cima é um dos mais novos colunistas de esportes do jornal “O Globo”.
Ah! E não dá pra esquecer que ele casou recentemente com a também humorista Dani Calabresa, com quem divide a apresentação de um programa. Tá bom ou quer mais?
Em bate-papo com o Famosidades, Adnet comentou sobre o início de sua carreira, falou do impacto da saída de Kiabbo do programa “15 Minutos”, revelou como é dividir um programa com a esposa e contou dos novos projetos. Ele disse que vai participar, por exemplo, do filme “Heleno”, que conta a história do jogador de futebol da década de 40. No longa, ele vai contracenar com ninguém menos que Rodrigo Santoro e Alinne Moraes! E ainda vai fazer pontas em “Muita Calma Nessa Hora”, de Bruno Mazzeo, e de uma outra produção, que ainda não tem título.
E as imitações? Adnet contou que sempre foi uma “marca registrada” dele, e que só cresceu com os pedidos do público. “Desde criança imitava políticos e cantores. Na primeira semana do '15 minutos' fiz imitações e, desde então, o público não parou de pedir as imitações”, disse.

16 de jun. de 2010

Um leopardo com cabelos verdes (copa do mundo 2010)

Mascote da Copa - Zakumi:
Zakumi - Mascote da Copa do Mundo - África do Sul 2010

A África do Sul escolheu um dos animais de sua rica fauna para ser a mascote da Copa-2010. O leopardo Zakumi se apresenta com corpo amarelo e cabelo verde. Segundo o criador Andries Odendaal, trata-se de um “disfarce” para que o felino possa se esconder no gramado. As cores também fazem menção ao uniforme da seleção dona da casa.
Lançado em setembro de 2008, Zakumi “nasceu” em 1994 – ano no qual a África do Sul começou a viver na democracia e deixou para trás o apartheid. A mascote 'comemora aniversário' no dia 16 de junho, Dia da Juventude no país.
O nome do leopardo se baseou nos termos “za”, de “África do Sul” (em um dos idiomas locais), e “kumi”, que em diferentes línguas africanas significa “dez”. O termo pode ser interpretado como “vem aqui” em algumas línguas africanas. Segundo seus criadores, Zakumi possui “espírito aventureiro, espontaneidade e muita energia” para animar os torcedores.

12 de jun. de 2010

Troféu da Copa do Mundo FIFA

O Troféu da Copa do Mundo FIFA é um troféu de ouro dado aos ganhadores de cada edição da competição. Desde o advento da Copa do Mundo FIFA de 1930 houve dois troféus dados aos campeões.



Taça Jules Rimet

A Taça Jules Rimet era o prêmio original da Copa do Mundo FIFA. Originalmente nomeada de "Vitória", mas conhecida simplesmente como Taça do Mundo ou Coupe du Monde (em francês), foi oficialmente renomeada em 1946 em honra ao presidente da FIFA, Jules Rimet. Criado por Abel Lafleur, feito de ouro e liga de prata numa base azul de lápis-lazúli, medindo 35 cm e pesando 3.8 kg.[1] Tinha a forma de uma taça octogonal, apoiado por uma figura alada representando Nice, deusa grega da vitória (em grego, Νίκη, Níkē).
Durante a Segunda Guerra Mundial o troféu ficou com a Itália. Ottorino Barassi, o vice-presidente da FIFA e presidente da Federação Italiana de Futebol, escondeu-a numa caixa de sapatos debaixo de sua cama temendo que ela fosse roubada pelos nazistas.
Contudo, a taça acabou sendo roubada duas décadas depois, durante uma exibição pública no Westminster Central Hall, Inglaterra, quatro meses antes da Copa do Mundo FIFA de 1966. A taça só foi encontrada sete dias depois, embalada num jornal numa cerca-viva de um jardim em South Norwood, Londres, por um cão chamado "Picles".[2] Por uma medida de segurança a FA secretamente criou uma réplica da taça para ser usada nas celebrações pós-partida final. A réplica também foi usada em ocasiões subsequentes até 1970. A mesma foi vendida num leilão em 1997 por £254,500, comprada pela FIFA e depois exibida no Museu Nacional de Futebol em Preston.
A seleção brasileira ganhou o troféu pela terceira vez em 1970, ganhando por isso o direito da posse permanente. Contudo, a taça foi roubada em 1983 no Rio de Janeiro e nunca foi recuperada; acredita-se que os ladrões a tenham derretido para vendê-la.[3] A Confederação Brasileira de Futebol então se autorizou de fazer uma réplica. A mesma foi criada por Eastman Kodak, que usou 1.87523 quilogramas (3.97 libras) de ouro, terminando-a em 1986.


Taça FIFA

O troféu que substituiu a Taça Jules Rimet foi a Taça FIFA, apresentada na Copa do Mundo FIFA de 1974. Criada por Silvio Gazzaniga e produzida por Milano Bertoni, mede 36,5 cm e é feita de 5 kg de ouro 18-quilates (75%) sólido com uma base (13 cm de diâmetro) contendo duas camadas de malaquita. A taça, que pesa 6.175 kg, tem duas figuras humanas segurando o planeta Terra.
A taça tem visivelmente gravada "Copa do Mundo FIFA" em sua base. O nome de cada país que tenha sua seleção ganho a Copa do Mundo FIFA tem gravado seu nome na base da taça. Até o momento sete campeões foram gravados. Não se sabe ainda se a FIFA vai retirar a taça após todos os espaços para os países serem ocupados na base; isso só ocorrerá em 2038.
Ao contrário da taça Jules Rimet, a Taça FIFA não ficará em definitivo com nenhuma seleção mesmo que ganhe três campeonatos consecutivos ou cinco alternados. A taça poderá ser trocada quando forem ocupadas todas as placas com os nomes dos países campeões, assim sendo ela ficará em poder da FIFA.
Antes que isso aconteça, o campeão do torneio fica com o troféu por quatro anos e após isso recebe uma réplica da original.


Campeões

Seleção: Brasil 
Taça Jules Rimet: 3
Taça do Mundo FIFA: 2
Total: 5
Seleção: Itália
Taça Jules Rimet: 2
Taça do Mundo FIFA: 2 

Total: 4

Seleção: Alemanha

Taça Jules Rimet: 1
Taça do Mundo FIFA: 2
Total: 3 


Seleção: Uruguai
Taça Jules Rimet: 2
Taça do Mundo FIFA: 0
Total: 2


Seleção: Argentina
Taça Jules Rimet: 0
Taça do Mundo FIFA: 2
Total: 2


Seleção: Inglaterra
Taça Jules Rimet: 1
Taça do Mundo FIFA: 0
Total: 1

Seleção: França
Taça Jules Rimet: 0
Taça do Mundo FIFA: 1
Total: 1


Observações importantes:
- Por terem disputado mais edições da Copa do Mundo, somente Brasil, Alemanha Ocidental (a República Federal da Alemanha ou "Alemanha", herdeira desses títulos após a Reunificação) e a Itália conseguiram conquistar uma cópia (Brasil teve a definitiva em 1970) da Taça Jules Rimet e da Taça FIFA. - Mesmo tendo sido campeões do mundo, Uruguai (1930 e 1950) e Inglaterra (1966) conseguiram somente a Taça Jules Rimet, assim como Argentina (1978 e 1986) e França (1998) só obtiveram a Taça FIFA.

2 de jun. de 2010

Brasil faz 3 a 0 no Zimbábue, mas contusões preocupam Seleção vence amistoso pré-Copa, porém lesão de Julio César e ausência de Juan podem ser problema



Foto da matéria
Por ReutersMichel Bastos marcou seu primeiro gol com a camisa do Brasil; de falta, ele abriu o placar contra o Zimbábue
Os planos de Dunga eram vencer a fraca seleção de Zimbábue, nesta quarta-feira (2), no penúltimo jogo antes da Copa, e não perder nenhum jogador por lesão. 

A primeira tarefa foi cumprida com facilidade (3 a 0), mas a segunda não. O zagueiro Juan, titular da seleção, sequer entrou em campo. Com um problema muscular, ele deu lugar a Thiago Silva. E logo aos 26min de jogo, o goleiro Julio César pediu para ser substituído. Sentiu dores lombares.

Além dos dois lesionados, também preocupa a atuação de Kaká, que pouco se mexeu e tocou na bola nos 45 minutos em que esteve em campo. O meia foi excessão em um time que, embora tenha enfrentado um adversário fraco, mostrou boa movimentação e toque de bola.

Veja galeria de fotos do amistoso 
Maradona responde às provocações de Felipe Melo

O jogo serviu também para Dunga testar seus reservas. Viu boas jogadas de Julio Baptista e Daniel Alves, por exemplo. 

No saldo final, o treinador deve ter ficado contente com o que viu. O time visivelmente foi prudente e não se esforçou muito para bater Zimbábue, que embora esteja longe de ser um bom time, mostrou disposição (às vezes até exagerada).

Na segunda-feira (7) o Brasil enfrenta a Tanzânia, em seu último teste antes da Copa do Mundo.

Clima de Copa invade a África do Sul; veja as fotos

O jogoComo esperado, Dunga colocou força máxima em campo. À excessão de Juan, poupado por ter sentido um desconforto na coxa, o time que começou a partida era o considerado titular. Se a ideia era dar ritmo de jogo aos atletas, o amistoso serviu.

Antes do pontapé inicial houve apertos de mão, sorrisos e promessas de jogo entre amigos. Mas quando o juiz apitou, a seleção de Zimbábue não tirou o pé em nenhuma bola, pelo contrário, e deu trabalho para os brasileiros.

Após um começo de jogo em que o Brasil tentou ficar com a bola, o time da casa passou a dominar e levar perigo à meta de Julio César. Aos 19min, a seleção do Zimbábue teve chance clara com Karuru. De frente para o goleiro do Brasil, dentro da área, o atacante isolou. Logo depois, Julio César pediu para ser substituído e deu lugar a Gomes.

Ronaldo desmente suposta entrevista dada a jornal Argentino

O jogo continuou com entradas duras e com o Zimbábue levando mais perigo, mas foi o Brasil quem abriu o placar. Aos 40min, Michael Bastos bateu falta próxima à área com precisão e violência. O goleiro rival nem encostou na bola, era 1 a 0 para a seleção brasileira.

Três minutos depois da bomba de Michel Bastos, foi Robinho quem marcou. O atacante recebeu bola de Maicon e na saída de goleiro rival só desviou para o gol. E o primeiro tempo terminou 2 a 0 para o Brasil.

Para o segundo tempo, o Brasil teve três mudanças. Kaká saiu para a entrada de Julio Baptista, Lúcio deixou o campo para a entrada de Luisão e Daniel Alves substituiu Maicon.

Fifa inaugura centro de imprensa na África do Sul

Não demorou para que a nova formação brasileira se entendesse. Aos 11min, uma linda tabela entre Daniel Alves e Julio Baptista terminou com Elano só empurrando a bola para o gol. 

Dunga continuou fazendo alterações no time. Luís Fabiano saiu para entrar Grafite e Robinho foi substituído por Nilmar.

A partir da metade do segundo tempo o Brasil tirou o pé, tocou a bola e evitou o choque. Já havia feito o suficiente para deixar uma boa impressão a oito dias da Copa.

31 de mai. de 2010

biografia da banda the beatles


The Beatles foi uma banda de rock de Liverpool, Inglaterra, com suas raízes no final da década de 1950 e formada na década de 1960, constituída por John Lennon (guitarra, piano e vocais), Paul McCartney (baixo, piano e vocais), George Harrison (guitarra solo e vocais) e Ringo Starr (bateria e vocais). Os “garotos de Liverpool”, ou “Fab Four” (“Os Quatro Fabulosos”), como eram chamados, obtiveram fama, popularidade e notoriedade até hoje inéditas para uma banda musical, e se tornaram a banda de maior sucesso e de maior influência do século XX (e de toda história).

Embora inicialmente o estilo musical do grupo tenha sido influenciado pelo rock and roll e pelo skiffle dos anos 1950, a banda explorou durante a carreira gêneros que vão de rock melódico a rock psicodélico. O grupo liderou a “Invasão Britânica” nos Estados Unidos, no início da década de 1960. Suas vestimentas, seus cortes de cabelo e sua crescente consciência social exerceram forte influência sobre a juventude da época; criou-se o termo “beatlemania” para designar o intenso fanatismo pela banda demonstrado pelos jovens. Após a banda se separar em 1970, os quatro membros iniciaram carreiras solo de sucesso.

Considerado o grupo musical mais bem-sucedido da história, sendo os seus membros aclamados por público e crítica, com mais de um 1 bilhão de álbuns vendidos em todo o mundo, e com 27 canções que atingiram o primeiro lugar nas paradas de sucesso apenas nos Estados Unidos da América, além de conseguirem ocupar em determinado momento os cinco primeiros lugares em meados de 1964 — números recordes até os dias atuais — os Beatles influenciaram e ainda influenciam bandas do mundo todo. Pela inventividade e originalidade em suas canções, John Lennon e Paul McCartney formaram a mais celebrada e famosa dupla musical de todo o planeta.

Os Beatles incluíram em sua carreira feitos que influenciaram todas as gerações seguintes: foram os precursores da música indiana no pop/rock ocidental; foram a primeira banda a fazer vídeos musicais de suas canções, e o álbum Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band foi o primeiro do mundo a conter um encarte com fotos e letras de suas canções. Em 2003, a Rolling Stone americana classificou-o como o melhor álbum de todos os tempos e, em 2004, incluiu os Beatles em primeiro lugar na Lista dos Cem Maiores Artistas de Todos os Tempos. De acordo com a mesma revista, a música inovadora e o impacto cultural dos Beatles ajudaram a definir a década de 1960; sua influência cultural e pop ainda continua viva e intensa nos dias de hoje.

30 de mai. de 2010

Aerosmith em São Paulo: banda não empolga tanto quanto em 2007

Depois de uma hora conversando com os seguranças para encontrar a entrada certa, tive o acesso à pista VIP. O Parque Antártica ainda não estava muito cheio. Cheguei a tempo da abertura com a Cachorro Grande, que também foi quem abriu o show do Oasis, em 2009. Essa era a primeira diferença de 2007, quando Slash, com seu Velvet Revolver, apresentou o Aerosmith ao Morumbi. Ontem (29), Beto Bruno e companhia tocaram faixas como 'Dance Agora' e 'Que Loucura' para erguer a "galera do rock", como disse o próprio vocalista. E essa galera usava uniforme preto e batia o pé discretamente.
Com o fim da apresentação, o público começou a encher para receber Steven Tyler, depois do susto de quase não tê-lo mais na banda. O administrador Juliano Szlachta era um deles, que veio direto de Londrina, acompanhado de um amigo de Recife e outro do Rio de Janeiro. "A gente queria ver há muito tempo e não dava certo, mas estivemos aqui em 2007 também", contou.
Se eles estiveram aqui há três anos, devem ter notado as outras diferenças do show. Naquele espetáculo, não foi tocada 'Pink', música que o estádio do Palmeiras cantou em coro ontem. De qualquer forma, o setlist ficou devendo 'I Don't Wanna Miss a Thing', desta vez. Além disso, seja pelas brigas que aconteceram nos últimos tempos no grupo ou não, a apresentação não teve o mesmo calor da outra vez, apesar do enaltecimento que Tyler dava à sua banda, dizendo coisas como: "e este é o senhor Joe 'fuck' Perry!".
Mesmo assim, nada disso tirou o brilho do grupo, que conseguiu erguer a plateia do começo ao fim, com capelas fantásticas e gritos afinados. Fora isso, teve encenação de Perry com um tombo no chão, para depois lançar a palheta à galera, um solo do baterista que, depois de brilhar com as baquetas, resolveu tocar sem elas, batendo com as próprias mãos, rendendo um abraço do vocalista. Outra surpresa ficou para a competição de Perry com o Guitar Hero, mostrando quem é que tocava melhor. Obviamente, ele ganhou.
Por parte do público, não faltaram bandeiras brasileiras lançadas ao palco e até um calcinha vermelha, que Tyler pendurou em um dos microfones. A interação rendeu um "São Paulo está em nossos corações. Nós amamos vocês!".
Setlist:
 "Eat the rich"
"Back in the saddle"
"Love in an elevator"
"Falling in love (is hard on the knees)"
"Pink"
"Dream on"
"Livin' on the edge"
"Jaded"
"Kings and queens"
"Crazy"
"Cryin'"
"Lord of the thighs"
"Stop messin' around"
"What it takes"
"Sweet emotion"
"Baby, please don't go"
"Draw the line"
Bis
"Walk this way"
"Toys in the attic"