21 de jun. de 2010

Como fazer uma boa redação

Dominar a arte da escrita é um trabalho que exige prática e dedicação. No entanto, conhecer seu lado teórico é muito importante. Aqui você encontra um resumo desta teoria. Aplique-a em seu trabalho mas não se esqueça: você precisará fazer a sua parte, isto é, escrever.
SIMPLICIDADE
Use palavras conhecidas e adequadas. Escreva com simplicidade. Para que se tenha bom domínio, prefira frases curtas. Amarre as frases, organizando as idéias. Cuidado para não mudar de assunto de repente. Conduza o leitor de maneira leve pela linha de argumentação.
CLAREZA
O segredo está em não deixar nada subentendido, nem imaginar que o leitor sabe o que você quer dizer. Evidencie todo o conteúdo da sua escrita. Lembre-se: você está comunicando a sua opinião, falando de suas idéias, narrando um fato. O mais importante é fazer-se entender.
OBJETIVIDADE
Você tem que expressar o máximo de conteúdo com o menor número de palavras possíveis. Por isso não repita idéias, não use palavras demais ou outras coisas que só para aumentem as linhas. Concentre-se no que é realmente necessário para o texto. A pesquisa prévia ajuda a selecionar melhor o que se deve usar.
UNIDADE
Não esqueça, o texto deve ter unidade, por mais longo que seja. Você deve traçar uma linha coerente do começo ao final do texto. Não pode perder de vista essa trajetória. Por isso, muita atenção no que escreve para não se perder e fugir do assunto. Eliminar o desnecessário é um dos caminhos para não se perder. Para não errar, use a seguinte ordem: introdução, argumentação e conclusão da idéia.
COERÊNCIA
A coerência (coesão) entre todas as partes de seu texto, é fator primordial para se escrever bem. É necessário que elas formem um todo. Para isso, é necessário estabelecer uma ordem para as idéias se completem e formem o corpo da narrativa. Explique, mostre as causas e as conseqüências.
EXEMPLOS
Obedecer uma ordem cronológica é um maneira de se acertar sempre, apesar de não ser criativa. Nesta linha, parta do geral para o particular, do objetivo para o subjetivo, do concreto para o abstrato. Use figuras de linguagem para que o texto fique interessante. As metáforas também enriquecem a redação.
ÊNFASE
Procure chamar a atenção para o assunto com palavras fortes, cheias de significado, principalmente no início da narrativa. Use o mesmo recurso para destacar trechos importantes. Uma boa conclusão é essencial para mostrar a importância do assunto escolhido. Remeter o leitor à idéia inicial é uma boa maneira de fechar o texto.
LEIA E RELEIA
Lembre-se, é fundamental pensar, planejar, escrever e reler seu texto. Mesmo com todos os cuidados, pode ser que você não consiga se expressar de forma clara e concisa. A pressa pode atrapalhar. Com calma, verifique se os períodos não ficaram longos, obscuros. Veja se você não repetiu palavras e idéias. Àmedida que você relê o texto, essas falhas aparecem, inclusive, erros de ortografia e acentuação. Não se apegue ao escrito. Refaça se for preciso. Não tenha preguiça, passe tudo a limpo quantas vezes forem necessárias. No computador, esta tarefa se torna mais fácil. Faça sempre uma cópia do texto original. Assim você se sentirá à vontade para corrigir quanto quiser, pois sabe que sempre poderá voltar atrás.

20 de jun. de 2010

como surgiu o Ro¢k

                                                                                                        Origens do rock
Este gênero musical de grande sucesso surgiu nos Estados Unidos nos anos 50 (década de 1950).. Inovador e diferente de tudo que já tinha ocorrido na música, o rock unia um ritmo rápido com pitadas de música negra do sul dos EUA e o country. Uma das características mais importantes do rock era o acompanhamento de guitarra elétrica, bateria e baixo. Com letras simples e um ritmo dançante, caiu rapidamente no gosto popular. Apareceu pela primeira vez  num programa de rádio no estado de Ohio (EUA), no ano de 1951.
A rock na década de 1950 : primeiros passos
É a fase inicial deste estilo, ganhando a simpatia dos jovens que se identificavam com o estilo rebelde dos cantores e bandas. Surge nos EUA e espalha-se pelo mundo em pouco tempo. No ano de 1954, Bill Haley lança o grande sucesso Shake, Rattle and Roll. No ano seguinte, surge no cenário musical o rei do rock Elvis Presley. Unindo diversos ritmos como a country music e o rhythm & blues. O roqueiro de maior sucesso até então, Elvis Presley lançaria o disco, em 1956, Heartbreaker Hotel, atingindo vendas extraordinárias. Nesta década, outros roqueiros fizeram sucesso como, por exemplo, Chuck Berry e Little Richard.
O rock nos anos 60: rebeldia e transgressão
Esta fase marca a entrada no mundo do rock da banda de maior sucesso de todos os tempo : The Beatles. Os quatro jovens de Liverpool estouram nas paradas da Europa e Estados Unidos, em 1962, com a música Love me do. Os Beatles ganham o mundo e o sucesso aumentava a cada ano desta década.
A década de 1960 ficou conhecida como Anos Rebeldes, graças aos grandes movimentos pacifistas e manifestações contra a Guerra do Vietnã. O rock ganha um caráter político de contestação nas letras de Bob Dylan. Outro grupo inglês começa a fazer grande sucesso : The Rolling Stones.
No final da década, em 1969, o Festival de Woodstock torna-se o símbolo deste período. Sob o lema "paz e amor", meio milhão de jovens comparecem no concerto que contou com a presença de Jimi Hendrix e Janis Joplin.
Bandas de rock que fizeram sucesso nesta época : The Mamas & The Papas, Animals, The Who, Jefferson Airplane, Pink Floyd, The Beatles, Rolling Stones, The Doors.
O rock nos anos 70 : disco music, pop rock e punk rock
Nesta época o rock ganha uma cara mais popular com a massificação da música e o surgimento do videoclipe. Surge também uma batida mais forte e pesada no cenário do rock. É a vez do heavy metal de bandas como Led Zeppelin, Black Sabbath e Deep Purple. Por outro lado, surge uma batida dançante que toma conta das pistas de dança do mundo todo. A dance music desponta com os sucessos de Frank Zappa, Creedence Clearwater, Capitain Beefheart, Neil Young, Elton John, Brian Ferry e David Bowie.
Bandas de rock com shows grandiosos aparecem nesta época : Pink Floyd Genesis, Queen e Yes.
Anos 80 : um pouco de tudo no rock
A década de 1980 foi marcada pela convivência de vários estilos de rock. O new wave faz sucesso no ritmo dançante das seguintes bandas: Talking Heads, The Clash, The Smith, The Police.
Surge em Nova York uma emissora de TV dedicada à música e que impulsiona ainda mais o rock. Esta emissora é a MTV, dedicada a mostrar videoclipes de bandas e cantores.
Começa a fazer sucesso a banda de rock irlandesa chamada U2 com letras de protesto e com forte caráter político. Seguindo um estilo pop e dançante, aparecem Michael Jackson e Madonna.
Anos 90 : década de fusões e experimentações
Esta década foi marcada por fusões de ritmos diferentes e do sucesso, em nível mundial, do rap e do reggae. Bandas como Red Hot Chili Peppers e Faith no More fundem o heavy metal e o funk, ganhando o gosto dos roqueiros e fazendo grande sucesso.
Surge o movimento grunge em Seattle, na California. O grupo Nirvana, liderado por Kurt Cobain, é o maior representante deste novo estilo. R.E.M., Soundgarden, Pearl Jam e Alice In Chains também fazem sucesso no cenário grunge deste período.
O rock britânico ganha novas bandas como, por exemplo, Oasis, Green Day e Supergrass.
O Rock no Brasil
O primeiro sucesso no cenário do rock brasileiro apareceu na voz de uma cantora. Celly Campello estourou nas rádios com os sucessos Banho de Lua e Estúpido Cupido, no começo da década de 1960. Em meados desta década, surge a Jovem Guarda com cantores como, por exemplo, Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa. Com letras românticas e ritmo acelerado, começa fazer sucesso entre os jovens.
Na década de 1970, surge Raul Seixas e o grupo Secos e Molhados. Na década seguinte, com temas mais urbanos e falando da vida cotidiana, surgem bandas como: Ultraje a Rigor, Legião Urbana, Titãs, Barão Vermelho, Kid Abelha, Engenheiros do Hawaii, Blitz e Os Paralamas do Sucesso.
Na década de 1990, fazem sucesso no cenário do rock nacional : Raimundos, Charlie Brown Jr., Jota Quest, Pato Fu, Skank entre outros.
Você sabia?
- Comemora-se em 13 de julho o Dia Mundial do Rock.

Brasileiros levam seus clubes para torcer pela seleção

Torcedor da Ponte leva faixa com Mandela e Luís Fabiano, que começou no clubeHá quem diga que o brasileiro torce mais por seu time que pela seleção. Pode até não ser verdade, mas uma característica peculiar dos fãs que acompanham a equipe de Dunga na Copa do Mundo da África do Sul é a presença de uniformes e bandeiras de vários clubes do país.


No Soccer City, neste domingo (20), são muitas as camisas de times entre os brasileiros que assistem ao jogo entre Brasil e Costa do Marfim. E não apenas dos mais famosos e populares: além de Corinthians, Flamengo, Palmeiras e São Paulo, por exemplo, também há no Soccer City gente com camisas e bandeiras de Sport, Vitória, Criciúma, Guarani e Ponte Preta, entre outros.

Luís Fabiano desencanta, faz dois gols e entra na briga pela artilharia

Luís Fabiano ajeita com a mão antes de marcar o segundo contra a Costa do MarfimEram seis jogos sem marcar gols pela seleção brasileira e uma tensão visível. Mas o nervosismo de Luís Fabiano foi embora aos 25min do primeiro tempo: depois de receber um belo passe de Kaká, o camisa 9 abriu o placar na vitória do Brasil sobre a Costa do Marfim por 3 a 1, neste domingo, em Johannesburgo.

Feliz da vida, o goleador extravasou diante das câmeras fazendo o número 6 com os dedos: foi para sinalizar o sexto aniversário de sua filha, Giovanna.


- Finalmente saiu o gol. Lutei muito, treinei, e sabia que na hora certa o gol ia acontecer. Todo mundo está de parabéns.

No segundo tempo, ele fez um golaço, mas negou que tenha usado a mão propositalmente – ele ajeitou com o braço direito antes de marcar num chute forte de esquerda. Depois do jogo, disse que vai brigar pela artilharia da Copa, mas sem estabelecer uma meta.

- Foi involuntário, então acho que não tem problema. Valeu a confiança do Dunga e de todos os companheiros, espero continuar brigando para ser artilheiro.

Luís Fabiano não marcava pela seleção brasileira desde setembro do ano passado, quando fez dois gols na vitória por 3 a 1 sobre a Argentina, em Rosario, pelas eliminatórias da Copa. Depois, passou em branco contra a Venezuela, também na seletiva do Mundial, nos amistosos contra Inglaterra, Omã, Zimbábue e Tanzânia e na estreia, diante da Coreia do Norte.

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Brasil supera má impressão da estreia, vence bem a Costa do Marfim e conquista classificação antecipada

Luís Fabiano marcou duas vezes e foi o destque do Brasil em campoO Brasil apagou a má impressão da primeira partida e venceu com sobras a Costa do Marfim por 3 a 1 neste domingo (20), no Soccer City, em Johannesburgo, com dois gols de Luís Fabiano e um de Elano. A vitória dá a classificação para a segunda fase antecipada ao time, que lidera o Grupo G com seis pontos, e poderá jogar contra Portugal com mais tranqüilidade na última rodada. 

A vitória brasileira, além da classificação para as oitavas, trouxe pelo menos mais duas boas notícias ao torcedor: Luís Fabiano e Kaká mostraram que estão voltando ao seu melhor futebol. Os jogadores, contestados até então, foram os principais responsáveis pela boa movimentação do time. 

No primeiro lance do jogo, o Brasil roubou a bola e saiu rápido no contra-ataque. Robinho viu o goleiro adiantado e bateu de longe, mas a bola foi por cima do gol. Passado o susto inicial, a Costa do Marfim melhorou na partida, atacando e defendendo em bloco. O sistema montado pelo treinador Eriksson deixou a equipe brasileira um pouco confusa e o meio de campo errava muitos passes. 

Kaká, esperança de criação brasileira, perdia muitas jogadas e o time de Dunga dava muito espaço para os africanos. Porém, os marfinenses também não conseguiam assustar o Brasil. O jogo era de muita marcação, mas aos poucos a seleção foi se impondo sobre o adversário. Aos 25min, em jogada de talento, o Brasil abriu o placar com um golaço. Robinho tabelou com Kaká, que depois achou Luís Fabiano, que fuzilou o goleiro Barry. 

Após o gol, a seleção brasileira passou a administrar o jogo, mas correu alguns riscos deixando a Costa do Marfim trabalhar a bola. Chutes de fora da área de Eboue e Demel passaram longe do gol, mas demonstraram que os africanos ainda estavam vivos. 

No segundo tempo, o Brasil voltou muito superior e ampliou logo aos 5min, com uma linda jogada individual de Luís Fabiano, que deu um chapéu no zagueiro, mas ajeitou a bola com a mão antes de chutar. O árbitro não viu a irregularidade e validou o gol. Logo em seguida, a costa do Marfim deu o troco com Drogba, que, de cabeça, quase diminuiu após cruzamento de Dindane. 

Aos 16min, o Brasil liquidou a fatura. Kaká recebeu pela esquerda, gingou na frente do lateral, levou para o fundo e cruzou para Elano, livre, marcar seu segundo gol no Mundial da África do Sul. logo em seguida, o meia brasileiro sofreu uma entrada muito forte e, machucado, foi substituído por Daniel Alves. Ainda sobrou tempo para a Costa do Marfim diminuir, aos 33min, com Drogba, de cabeça.

Depois disso, o jogo ficou quente, com muitas entradas feias e desentendimentos. Kaká, que tinha recebido amarelo, acabou sendo expulso depois de um encontrão com Keita. O árbitro viu uma cotovelada inexistente do brasileiro e o expulsou de campo. Dessa forma, o camisa 10 não enfrenta Portugal na última rodada.

Com o resultado, Costa do Marfim fica com apenas um ponto marcado no Grupo G, assim como Portugal. Coreia do Norte continua com 0, mas joga contra os lusitanos nesta segunda (21).

BRASIL 3 X 1 COSTA DO MARFIM 

Local: Estádio Soccer City, em Johanesburgo (África do Sul) 
Data: 20 de junho de 2010, domingo 
Horário: 15h30 (de Brasília) 
Árbitro: Stephane Lannoy (da França) 
Assistentes: Eric Dansault e Laurent Ugo (ambos da França) 
Cartões amarelos: Kaká (Brasil); Tiené, Keita e Tioté (Costa do Marfim) 
Cartão vermelho: Kaká (Brasil) 
Gols: BRASIL: Luís Fabiano, aos 25 minutos do primeiro tempo e aos 5 minutos do segundo tempo; Elano, aos 16 minutos do segundo tempo; COSTA DO MARFIM: Drogba, aos 33 minutos do segundo tempo 

BRASIL: Júlio César; Maicon, Lúcio, Juan e Michel Bastos; Gilberto Silva, Felipe Melo, Elano (Daniel Alves) e Kaká; Robinho (Ramires) e Luís Fabiano 
Técnico: Dunga 

COSTA DO MARFIM: Barry; Demel, Kolo Touré, Zokora e Tiéne; Yaya Touré, Tioté e Eboué (Romaric); Dindané (Gervinho), Kalou (Keita) e Drogba 
Técnico: Sven Goran Eriksson

19 de jun. de 2010

Veja as melhores imagens de Gana x Austrália ma copa de 2010

Gana enfrentou a Austrália em busca de sua segunda vitória, mas o jogo acabou empatado por 1 a 1. A equipe africana havia vencido a Sérvia na estreia por 1 a 0, enquanto os australianos foram goleados pelos alemães por 4 a 0
Gana enfrentou a Austrália em busca de sua segunda vitória, mas o jogo acabou empatado por 1 a 1. A equipe africana havia vencido a Sérvia na estreia por 1 a 0, enquanto os australianos foram goleados pelos alemães por 4 a 0
A Austrália começou melhor a partida e abriu o placar aos 11min. O atacante Bresciano bateu falta, o goleiro Kingson soltou e Holman aproveitou a sobra para fazer 1 a 0
A Austrália começou melhor a partida e abriu o placar aos 11min. O atacante Bresciano bateu falta, o goleiro Kingson soltou e Holman aproveitou a sobra para fazer 1 a 0
Gana não se intimidou com o gol australiano e foi para o ataque ainda no primeiro tempo. Após jogada africana pela direita, o atacante Kewell colocou a mão na bola para evitar o empate ganês...
Gana não se intimidou com o gol australiano e foi para o ataque ainda no primeiro tempo. Após jogada africana pela direita, o atacante Kewell colocou a mão na bola para evitar o empate ganês...
... e mão na bola em cima da linha é lance para cartão vermelho. O juiz parou o jogo e expulsou Kewell. Asamoah foi para a cobrança...
... e mão na bola em cima da linha é lance para cartão vermelho. O juiz parou o jogo e expulsou Kewell. Asamoah foi para a cobrança...
... o atacante Asamoah Gyan tirou o goleiro Schwarzer, converteu a cobrança de pênalti e empatou a partida. Este foi o segundo gol do ganês na Copa
... o atacante Asamoah Gyan tirou o goleiro Schwarzer, converteu a cobrança de pênalti e empatou a partida. Este foi o segundo gol do ganês na Copa
Com a camisa 3, o atacante Asamoah Gyan comanda a comemoração do empate de Gana. No melhor estilo Robinho e Neymar, os africanos celebram com dancinhas em Rustemburgo
Com a camisa 3, o atacante Asamoah Gyan comanda a comemoração do empate de Gana. No melhor estilo Robinho e Neymar, os africanos celebram com dancinhas em Rustemburgo
O zagueiro Johm Paintsil, de Gana, cai no gramado sangrando depois de um choque com o atacante Josh Kennedy, da Austrália...
O zagueiro Johm Paintsil, de Gana, cai no gramado sangrando depois de um choque com o atacante Josh Kennedy, da Austrália...
... John Paintsil deixa o gramado para estancar o sangramento no rosto. O jogador retornou à partida em seguida
... John Paintsil deixa o gramado para estancar o sangramento no rosto. O jogador retornou à partida em seguida
Mesmo com um jogador a menos desde a metade do primeiro tempo, a Austrália ameaçou o gol de Gana, mas parou nas boas defesas do goleiro Richard Kingson
Mesmo com um jogador a menos desde a metade do primeiro tempo, a Austrália ameaçou o gol de Gana, mas parou nas boas defesas do goleiro Richard Kingson
O atacante ganês Asamoah Gyan tentou ampliar o marcador, mas faltou pontaria. De seus quatro chutes, nenhum foi em direção ao gol
O atacante ganês Asamoah Gyan tentou ampliar o marcador, mas faltou pontaria. De seus quatro chutes, nenhum foi em direção ao gol
Mesmo com um jogador a mais, Gana não conseguiu dominar a partida contra a Austrália. Empate deixa equipe africana na liderança do Grupo E. Último jogo será contra a Alemanha
Mesmo com um jogador a mais, Gana não conseguiu dominar a partida contra a Austrália. Empate deixa equipe africana na liderança do Grupo E. Último jogo será contra a Alemanha
Matthew Amoah cumprimenta Jason Culina após o empate por 1 a 1. Com apenas um ponto, a Austrália precisará vencer a Sérvia no último jogo para tentar se classificar
Matthew Amoah cumprimenta Jason Culina após o empate por 1 a 1. Com apenas um ponto, a Austrália precisará vencer a Sérvia no último jogo para tentar se classificar

Dinamarca vence de virada e elimina Camarões; Holanda se classifica

Camaronês Aboubakar esconde o rosto após 2ª derrota e eliminação da equipeDe virada, a Dinamarca venceu Camarões por 2 a 1 neste sábado (19), em Pretória, manteve suas chances de classificação para as oitavas de final e eliminou os africanos da Copa de 2010. Por tabela, a Holanda, que venceu o Japão por 1 a 0 horas antes, se tornou a primeira classificada para a próxima fase. 

Os holandeses, com seis pontos no Grupo E, já asseguraram uma vaga nas oitavas. Japão e Dinamarca, que têm três pontos, decidem o outro classificado na terceira rodada. Resta a Camarões, após duas derrotas, tentar marcar pelo menos um ponto contra a Holanda em sua despedida do Mundial. 

Apesar da eliminação, Camarões fez uma boa partida neste sábado e viu seu principal astro, Samuel Eto'o brilhar. Mesmo assim, não impediu a derrota de virada, de uma Dinamarca que também apresentou muitos erros, mas conseguiu acertar uma finalização a mais do que a seleção africana. 


Samuel Eto'o abriu o placar aos 10min do primeiro tempo, mas a Dinamarca virou com gols de Bendtner, aos 32min da etapa inicial, e Rommedahl, com um chute no canto aos 16min do segundo tempo.

Depois de sofrer o gol, Camarões ainda teve boas chances de empatar, mas novamente falhou ofensivamente e terminou a partida eliminada.

O jogo 
O primeiro tempo já começou movimentado, com um lance de Eto'o aos 4min, arriscando de fora da área, mas a bola saiu pela linha de fundo. 

Mas o atacante da Inter de Milão acertou o alvo aos 10min, se aproveitando de uma falha do zagueiro Poulsen, na saída de bola. Eto'o recebeu na entrada da área e bateu na saída do goleiro. 

Depois do gol de Camarões, a partida ficou aberta, com boas chances para os dois lados, mas as duas equipes falhavam na finalização. 

Aos 32min, a Dinamarca conseguiu o empate: Kjaer, do campo de defesa, fez ótimo lançamento para Rommedahl, que avançou pela direita e cruzou para Bendtner empurrar de carrinho. 

Eto'o seguiu comandando Camarões, que ainda teve boas oportunidades no primeiro tempo, mas não conseguiu fazer o segundo gol. 

A etapa final começou com as equipes se alternando no ataque até o gol da Dinamarca. Aos 16min, Rommedahl recebeu ótimo passe, parou na frente do zagueiro Makoun e bateu no canto direito. 

Mesmo com ótimas oportunidades, os camaroneses não tiveram sucesso e, mesmo com as boas chances de Eto'o, acabaram perdendo por 2 a 1 e ficando fora do Mundial.

17 de jun. de 2010

África do Sul e Brasil têm as torcidas mais chatas da Copa

Brasileiros abusam dos pandeiros e batucadas e ficaram em segundo lugar no ranking das torcidas mais chatas da Copa

A festa das torcidas durante uma Copa do Mundo chama a atenção. Cada uma com sua forma de apoiar o time tenta interagir nas ruas das cidades-sede. Em Johannesburgo, que possui dois estádios neste o Mundial, a confusão é completa. 
Abaixo estar ranking das torcidas mais chatas desta Copa. Sem qualquer intenção de ofender alguém, a chatice é medida pelo tamanho do barulho, pela persistência em apoiar a equipe e pelas aventuras fora do estádio. 

Veja abaixo as cinco torcidas mais chatas na Copa 2010. 



1 – África do Sul Parece perseguição, mas essas vuvuzelas vão sempre deixar os sul-africanos à frente em uma competição de chatice como essa. As cornetas nunca param de tocar nesta Copa. Quase 24 horas por dia, ouve-se o barulho nas ruas, nos estádios, nos shoppings e em qualquer lugar. 
Além de apoiar os Bafana Bafana, os donos da casa ainda fazem questão de ensinar às outras torcidas como tocar o instrumento.

- As vuvuzelas não incomodam tanto, incomodam? 



2 – Brasil Os brasileiros usam menos as vuvuzelas, mas são campeões nas batucadas. Há sempre um pandeiro sobrando nas arquibancadas ou nos shoppings de Johannesburgo – lugares de encontro dos torcedores. Um sambinha ou hino de guerra é sempre puxado. Outro lado característico é a capacidade de dar entrevistas e aparecer na televisão. É difícil um brasileiro que esteja em praças e lojas que não tenha caído nas graças da imprensa mundial. 


3 – Alemanha Ao contrário de África do Sul e Brasil, os alemães ganham o terceiro posto pela apatia. É difícil mesmo competir com os dois primeiros colocados no ranking, mas ficar sem cantar uma única música durante o treino aberto da seleção é demais. Foi o que aconteceu no primeiro treinamento da Alemanha em Pretória, no dia 7 de junho. O estádio tinha capacidade para 20 mil pessoas, mas só duas mil apareceram e tiveram pouca participação. 


4 – MéxicoOs mexicanos entram na lista pela persistência e quantidade. Em qualquer lugar que se vá em Johannesburgo, em qualquer jogo que seja, há uma bandeira mexicana por perto. O número de torcedores na cidade é enorme. Os homens usam sombrero e as mulheres gostam de exibir suas plásticas. 


5 – Inglaterra A bebida é a fonte de empolgação dos ingleses. Os bares que vendem cerveja dentro dos estádios ficam lotados antes, no intervalo e depois das partidas. Com o álcool, eles não param de cantar “England, England”. E ainda fazem questão de levar milhares de bandeiras para pendurar nas arquibancadas, tapando qualquer tipo de publicidade. No jogo de Estados Unidos e Inglaterra, no último sábado (12), um comissário da Fifa teve que intervir para tirar algumas bandeiras de lugar.

História do Rock: 04 - Negros x Brancos e o surgimento do blues

Corre a lenda que o primeiro som blues tirado de um instrumento (semelhante ao que viria a ser o principal traço do blues acústico na pré-invenção da guitarra ) foi dentro de um trem, nas mãos de um violeiro  "penetra", que tocava com um canivete, fazendo o ruído característico do slide no violão de aço . Como correu essa lenda? W.C.Handy – que se dizia o pai do Blues – viajava como clandestino e presenciou essa pitoresca cena em 1903, compondo assim o primeiro blues da história: St Louis Blues.
Mas isso não seria o mais importante nesse modo de contar a história do rock, baseado no chamado "efeito borboleta". Com a chegada dos negros africanos à América, como já visto no capítulo anterior deste blog – aqui se colhe... logo ali se planta – estava ali surgindo e tomando forma um estilo musical muito par ticular, que dava uma dimensão da sofrida vida dos escravos numa terra estranha, com gente esquisita. Estava nascendo então... o Blues.
Não podemos de forma alguma deixar de falar muito sério neste ponto da história, pois a divisão da América entre os que defendiam a escravatura e os que a queriam abolir, numa forma de igualdade entre os seres humanos, deixou o país dividido entre os anos de 1861 e 1865 .... e até mesmo após o fim da guerra. Muitas mortes ocorreram na briga entre os Estados Confederados do Sul, latifundiários das plantações (que defendiam o regime escravocrata), e os Estados do Norte, industrializados (que, liderados por Abraham Lincoln, defendiam o fim da escravidão).
Ao início da guerra havia 19 Estados livres e 15 Estados onde era permitida a escravidão... isto teve repercussão em toda sociedade americana, cada um com seus interesses.  Era como uma rivalidade de gangs, cada qual com sua ideologia, ou dois clubes rivais, como Flamengo e Vasco.
California,Connecticut, Delaware, Illinois, Indiana, Iowa, Kentucky, Maine, Maryland, Massachussetts, Michigan, Minnesota, Missouri , Nova Hampshire, Nova Jersei, Nova Iorque,Ohio, Oregon, Pensilvania, Rhode Island, Vermont e Wisconsin, mais os territórios de Colorado, Dakota Nebraska, Nevada, Novo México, Utah e Washington, do lado esquerdo do ringue.... eram os liberais...
                                                                   X
Alabama, Arkansas, Carolina do Norte, Carolina do Sul, Flórida, Geórgia, Lousiana, Mississippi, Tennessee, Texas e Virgínia (esta última tornada a capital federada e racista), do lado direito do ringue.... eram os favoráveis à escravidão.

Essa guerra foi um marco na vida dos americanos, em todos os sentidos, e não seria diferente na música. Talvez por isso se ouça tanta citação aos Estados Confederados nas canções "blueseiras", nascidas  da verdade das cicatrizes e dos corações apunhalados dos escravos negros, entristecidos por tanto sofrimento na maior parte da sua existência.
Podemos assim dizer que o Blues surge não apenas de uma música ou de um rapaz arranhando seu canivete num trem, e sim de uma onda de acontecimentos e, principalmente, das Work-Songs – também citadas no capítulo anterior. Uma coisa era certa: mesmo após a vitória do regime livre, continuava a perseguição feita por grupos que não se conformavam com o fato de assistirem negros assumindo posições de poder nos estados em que a escravidão representara o ponto forte, – caso da facção Klu-Klux-Klan.
Os temas do blues sempre variavam: amor, religião, trabalho, solidão e sofrimento; no período pós-Guerra Civil , o termo Blues ganhou conotação mais popular, representando um estado de espírito, e passou a simbolizar tais sentimentos, de uma maneira mais abrangente.
De volta à parte musical desta história - que em breve vai desembocar no rock -, o country blues foi a primeira forma a se manifestar como predominante na formação do Bues. Era o violão acústico, com a técnica do slide, e a batida mais reta do violão, como acompanhamento apenas. Com o violão mais usado como pergunta e resposta com a voz, o Texas Blues trazia uma maneira mais arriscada de tocar, mais ousada e menos previsível, que despontou por volta dos anos 20, sendo depois mais e mais explorada, com o surgimento da guitarra.
O Delta Blues – veio do Mississippi entre os anos 20 e 30, estado considerado o berço do blues e o primeiro lugar onde se deram registros fonográficos. Tocavam com bandas, mas as gravações ainda eram basicamente de voz e violão. Da Flórida, de West Virginia, de Delaware e de Maryland chegava o Jump Blues, nos anos 40. Essa forma – caracterizada por um cantor à frente de uma big orquestra – foi o pontapé para o início do Rock, pois combinava voz com solos de sax e menos guitarra. Formou a ponte entre o Blues e o Jazz das Big Bands (Glenn Miller e Benny Goodmann). Ray Charles se enquadra bem nesse estilo.
Nos anos 40/50 chega então um novo estilo de blues: o Blues de Chicago. Com sua explosão nessa área e o advento da eletricidade na música, o blues mudava e entrava numa nova era, tornando-se muito popular no sul dos Estados Unidos. Assim como John Lee Hooker foi o primeiro a eletrificar sua guitarra no blues, Muddy Waters é considerado o primeiro a eletrificar todos o s instrumentos de sua banda. Então, com Buddy Guy, John Lee Hooker, Willie Dixon, Little Walter, Howlin Wolf, Elmore James, B. B. King, Sonny Boy Williamson II, Junior Wells, Muddy Waters, Howlin Wolf, Jimmy Rogers, Magic Sam e Otis Rush, entre outros grandes, temos a amplificação dos instrumentos, somada à batida de baixo-bateria-piano,  e a partir daí, o estopim para o surgimento do rock'n'roll, com suas batidas repetidas, marcadas e firmes.
O Lousiana e o Harmonica Blues foram importantes ao trazer o booggie wooggie e a gaita para outros formatos da canção. Quando a guitarra realmente entrou em cena, e o Blues se transformou, nomes como Rolling Stones, Cream, e Jimi Hendrix agradeceram muito a existência do gênero, pois beberam bastante em sua fonte. Pronto... a ligação Blues-Rock estava estabelecida... e era apenas uma das misturas que fariam a combustão para o nascimento da nova forma de música que viria a seguir...e o Blues com certeza foi a influência mais porreta !!!
Citando nomes muito importantes nesta história, dignos de ser apontados como ídolos dos grandes artistas e grupos de rock das décadas de 50 e 60, temos, a título de registro:
Scrapper Blackwell, Sleepy John Estes, Son House, Skip James, Blind Willie Johnson, Robert Johnson, Big Bill Broonzy, Lightnin Hopkins, Blind Lemon Jefferson, Charley Patton, Bobby blue Band, Albert Collins, Lightnin Hopkins, Blind Willie Johnson, Stevie Ray Vaughan, Lowell Fuson, Freddie King, T-Bone Walker, Clarence Gatemouth Brown, Blind Lemon Jefferson, John Lee Hooker, Arthur Big Boy Crudup, Robert Lockwood Jr., Robert Johnson, Big Joe Williams, Muddy Waters, Sonny Boy Williamson II, Tommy Johnson, Mississippi Fred McDowell, Amos Milburn, Jimmy Witherspoon, Big Joe Turner, Leroy Carr, Ray Charles, Champion Jack Dupree, Pee Wee Crayton, Floyd Dixon, Johnny Otis, Buddy Guy, Willie Dixon (o líder e poeta-baixista) , Little Walter, Elmore James, B. B. King, Sonny Boy Williamson II, Junior Wells, Muddy Waters, Howlin Wolf, Jimmy Rogers, Magic Sam, Otis Rush, Champion Jack Dupree, Lonesome Sundown, Slim Harpo, Lightnin S lim, Slim Harpo, Junior Wells, Sonny Boy Williamson I e II, Sonny Terry, Jimmy Reed, Little Walter, William Clarke, Big Walter Horton, Paul Butterfield... e por aí vai......... sem eles , não podemos sequer imaginar a existência de muitos artistas da década seguinte, que os reverenciaram durante toda sua infância e modelaram sua formação musical tendo por base esses grandes mestres.
É claro que mais na frente, voltaremos a falar de outros grandes mestres do Blues que foram surgindo nas décadas seguintes.... mas isso é outra história.
E afinal, o trato de Robert Johnson com o diabo numa encruzilhada, entregando-lhe sua alma em troca de se tornar o maior cantor de blues de todos os tempos, não há de ser uma lenda... isso é a base para toda atitude do rock que viria a seguir !!!!! Se, como diz Raulzito,  "O Diabo é o pai do Rock", então, na minha humilde opinião, o Blues deve ser a mãe...

PS - como esse blog é feito de humor, deixo hoje com vocês um link sensacional que achei vagando por aí... é pra levar na esportiva, ok?  vale a pena conferir... http://super-cult.com:80/blog/entao-voce-quer-compor-blues
Aos meus amigos e amigas “blogueiros”: seria interessante conhecer e se aprofundar melhor nesta parte da história do Blues e do Rock, escutando algumas destas clássicas canções: St. Louis Blues (Louis Armstrong/Bessie Smith), Catfish Blue (Joe Bihari/Riley B King), John the Revelator (The Blues Brothers), Baby Please Don't Go (Aerosmith e outros), I Can't Be Satisfied (Muddy Waters e outros), Honey Bee (Stevie Ray Vaughan), Hoochie Coochie Man (Muddy Waters), You Shock Me (Led Zep pelin), I Can't Quit You Baby (Otis Rush), Little Red Hooster (Howlin’ Wolf), Spoonful ( Howlin’ Wolf), Back Door Man (Willie Dixon), For My Baby (George Thorogood).